Quase toda empresa coleta dados. Relatórios de desempenho, dashboards integrados, CRM alimentado, analytics rodando. No entanto, mesmo com tanto acesso à informação, muitas marcas continuam decidindo com base no velho “achismo”.
Isso não é data driven marketing. É desperdiçar potencial.
Ser orientado por dados vai muito além de acompanhar números. É agir com base neles. É testar hipóteses, ajustar estratégias e aprender com os resultados. Em vez de repetir o que já foi feito, trata-se de construir decisões fundamentadas — e não apenas intuitivas.
Data driven marketing exige mais do que acesso a dados
Em muitos times, os dados existem — mas não têm função estratégica. Servem para justificar decisões passadas ou preencher relatórios de apresentação. No entanto, pouco contribuem para mudanças reais.
Insight que não vira ação é ruído. Dado parado é só estatística.
Na MV Marketing, aprendemos que o problema nunca foi a falta de dados — e sim o que se faz com eles. Desde o início, nossa atuação é orientada por dados. Unimos uma base sólida de estudos sobre o comportamento do consumidor maduro com aprendizados práticos, gerados em campanhas reais, em diversos segmentos.
Como resultado, esse acúmulo de conhecimento teórico e vivência no campo nos permite identificar padrões, criar hipóteses bem fundamentadas e validar decisões com segurança. Mais do que olhar para números, lemos comportamento — e o traduzimos em estratégia.
Além disso, muitas empresas ainda coletam apenas o básico. Medem curtidas, visualizações e cliques. Porém, sem profundidade na coleta, não existe personalização. E sem personalização, não há relevância.
Na MV, trabalhamos com dados que revelam atitude, motivação e estágio da jornada. É essa leitura que redefine o marketing para o público 50+. Afinal, entender o comportamento maduro é mais do que uma especialidade nossa — é o centro da nossa estratégia.
Testar, medir e decidir: a base de uma estratégia que aprende
Outro erro comum é esperar certeza para agir. Mas, no marketing, raramente ela existe. Em vez disso, é preciso testar. Só assim se constrói uma estratégia verdadeiramente orientada por dados.
Por isso, desenvolvemos uma cultura de teste. Se não há dado suficiente, vamos gerar. Criamos hipóteses, rodamos experimentos, medimos resultados e interpretamos padrões. Se fizer sentido, escalamos. Caso contrário, ajustamos.
Essa mentalidade nos permite atender marcas com perfis e objetivos muito diferentes. Há casos em que uma campanha tem performance acima da média para um público e falha em outro. Isso não é falha. É sinal de que o teste está funcionando — e que a leitura precisa continuar.
Foi com essa abordagem que entregamos resultados expressivos em projetos de educação, previdência, longevidade e no terceiro setor. O processo é sempre o mesmo: testar, aprender, decidir.
Além disso, a cultura de teste evita decisões baseadas em preferências pessoais ou intuições soltas. Com dados, as decisões ganham respaldo — e as campanhas, resultado.
Ferramenta sem método é só tecnologia ociosa
Muito se fala em dashboards e business intelligence. Porém, poucas empresas sabem como extrair valor dessas ferramentas. Um painel cheio de gráficos não transforma um negócio. Sem objetivo claro, sem equipe preparada, o dashboard vira apenas um acessório bonito.
Na MV, criamos dashboards que realmente orientam a tomada de decisão. São personalizados, integrados e pensados para o negócio de cada cliente. Ou seja, não se trata apenas de acompanhar métricas. Trata-se de agir com base nelas.
Nesse cenário, defendemos que o dado deve estar presente na rotina estratégica da marca. E não como controle passivo, mas como bússola para onde ela quer chegar.
IA precisa de histórico para entregar inteligência real
A inteligência artificial já faz parte dos bastidores da MV. Automatizamos relatórios, organizamos processos internos, integramos sistemas e aceleramos rotinas operacionais. O objetivo é sempre o mesmo: ganhar eficiência sem perder visão estratégica.
No entanto, IA sem contexto é só mais uma ferramenta. Para funcionar bem, ela precisa de histórico, de padrões e de direção clara. Só assim ela aprende — e entrega valor real.
Na prática, usamos inteligência artificial como aliada. Ela nos ajuda a ganhar tempo, reduzir erros e liberar nosso time para focar no que realmente importa: análise crítica, criatividade e decisões mais inteligentes.
Essa abordagem é liderada por Camilla Alves, cofundadora da MV e mestre em Data Driven Marketing com especialização em Ciência de Dados. É ela quem direciona o uso estratégico de tecnologia dentro da agência, garantindo que a IA esteja sempre a serviço da inteligência de negócio — e nunca no controle.
Transformar dados em impacto exige ação
O mercado está repleto de relatórios. O que falta são decisões. Falta coragem para agir com base no que os dados mostram, em vez de seguir no automático.
Data driven marketing é mais do que conceito bonito. É prática, processo e cultura. É o que fazemos todos os dias na MV Marketing, conectando dados a contextos, comportamento a estratégia e marcas ao consumidor maduro com autenticidade.
Se sua empresa quer parar de acumular dados e começar a gerar impacto com eles, fale com a gente. A gente transforma dado em direção.